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Mensagens

A mostrar mensagens de janeiro, 2021
  Estou a caminho em direcção ao Norte que não sinto Não sinto o ar do mar que levanta ânimos Não sinto o vento fresco e cintilante que harmoniza a planície ondulante Não sinto ainda o ódio lento e quente que mata sentimentos Não quero saber o vazio da partida Estou a caminho só quero sentir o destino no fim.
  E assim viver, era agora aproveitar cada minuto, cada sopro de vida, cada instante, toda a existência. Viver porque tinha valido a pena esperar, mesmo tendo por vezes sentido o desespero e a margem que separa a vida do outro lado. Do lado de lá, onde não é bom chegar, porque o difícil é regressar. Regressar sem feridas, de um mundo onde o irreal e o aéreo são as referências sem limites. Mas agora era do lado bom, do lado da vida, que se sentia bem, feliz, talvez um pouco sensível de mais, ao toque breve da brisa passageira. Que importa, se a felicidade chegava agora e sentia-o bem, vinha para ficar. As raízes estavam já um pouco entrelaçadas, fortaleciam-se a cada instante. E era bom pensar que dentro de si, os ramos, as folhas e talvez até os primeiros rebentos, já em flor, habitassem o seu coração. O seu ser, o seu corpo aberto para o mundo, para a felicidade da plenitude do amor. “ Para amar o dia ...
  A angústia olhando o silêncio de uma página em branco A angústia da escrita olhando o silêncio de uma linha em branco A angústia das emoções  sem palavras de uma noite em branco A angústia do espaço vazio de uma memória em branco A angústia à escuta de uma alma em branco. 26/01/2021
Na Biblioteca de Alexandria entre verbos e substantivos não encontrei os teus poemas Mas Azrael, o arcanjo também não estava lá Ainda não era a hora.
  “ Estambul es como una amante herida, que ha sido traicionada... aunque todavía no ha perdido el brillo en sus ojos. “ Engin Akyürek “ Estambul “ Los latidos de su corazón, que habian sido controlados químicamente durante los últimos meses, se estaban acelerando nuevamente. Ante la idea de la possibilidad, por tenue que sea, de vivir una velada en la “ costa “de Estambul, en Kadiköy sería, en la costa de Caddebostan. La puesta del sol en las aguas del Bósforo. La cálida y encantadora brisa del final del dia, presencias impactantes en narraciones que habia leído, en la imaginería de poetas que habia traducido y enmarcado en fotogramas de guiones cinematográficos de tiempos pasados o imaginados. El “ Hüzün “, esa tristeza melancólica colectiva que respira la ciudad desde tiempos ancestrales. Los gatos de Estambul, caminando muy lent...